Viveiro Manequinho Lopes

Em visita realizada na quarta-feira de cinzas (22/02/2012), observamos um viveiro bem cuidado, sendo muito aprazível passear por ele. Como se situa dentro do Parque do Ibirapuera (v. como chegar, aqui), toda a infraestrutura do parque está à disposição do visitante (banheiros e bebedouros limpos e cuidados, seguranças atentos, bons bolsões para estacionamento de veículos, etc...). Tomei conhecimento, também, que o viveiro foi inaugurado em 1928 e que se pode marcar visitas monitoradas pelo telefone (11) 5572-1004.


Horário de funcionamento é das 7 às 18h


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Ceboleiro ou Umbu com 36 anos de idade





























Contando um pouco da história do Viveiro Manequinho Lopes, o site da PMSP informa que "em 1934, Manuel Lopes foi indicado Chefe da Divisão de Matas, Parques e Jardins. Com seu conhecimento, prestou inúmeros serviços e distribuiu beleza pela cidade. Após seu falecimento, em fevereiro de 1938, o viveiro foi batizado com seu apelido – Manequinho Lopes – através de um decreto do prefeito Fábio Prado, de 14 de março de 1938. O trabalho de Manequinho teve continuidade através de Arthur Etzel, que administrou o viveiro por mais de 50 anos.

Durante as décadas de 1940, 50 e 60, o trabalho de ajardinamento, arborização urbana e manutenção de áreas verdes ficou a cargo dessa Divisão, sendo o Viveiro Manequinho Lopes o responsável pelo fortalecimento de plantas ornamentais, frutíferas e hortaliças, além de contar com complexa estrutura de carpintaria, serraria, oficina etc.

No início dos anos 1950, uma comissão foi nomeada para organizar os festejos do IV Centenário de fundação da cidade, e resolveu construir um grande parque, com função social e recreativa, numa imensa área verde. Em 21 de agosto de 1954, foi criado o Parque Ibirapuera, com 1.800.000 m², em torno do Viveiro Manequinho Lopes. Ainda hoje os eucaliptos plantados no Viveiro marcam a paisagem do Parque Ibirapuera.

Em 1993, Burle Marx elaborou um novo projeto para o Viveiro, visando reintegrá-lo ao Parque Ibirapuera e valorizar suas edificações e árvores notáveis. Ao redor de cada estufa estão plantadas matrizes de espécies que permitem não só a sua reprodução nos canteiros, como também a sua valorização paisagística.

A partir da reforma proporcionada pelo projeto de Burle Marx, o Viveiro ocupa uma área de 48.000 m², divididos em 97 estufins, 32 quadras de produção, 2 ripados e 10 estufas, utilizados na produção de arbustos, herbáceas, plantas de interior, confecção de vasos e jardineiras, os quais são fornecidos para as unidades municipais. Na Praça do Viveiro, Burle Marx optou pela introdução de novas espécies. Assim, os coloridos canteiros ao redor do galpão da antiga serraria são matrizes de novas espécies que podem ser reproduzidas. O galpão da antiga Serraria teve a sua estrutura totalmente recuperada".

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