Ocupa uma área de cerca de 97.200 m² e seu nome deriva da tribo indígena que habitava a área localizada na confluência do ribeirão Tatuapé e do rio Grande, atual Tietê.
Horário de funcionamento é das 6 às 18h (Até 19h na vigência do horário de verão).
Avaliação geral (0 a 5) é 2,8.
| Localização do parque (v. aqui) |
Para chegar ao parque há várias linhas de ônibus, entre as quais, 1177-10 Term. A.E. Carvalho - Estação da Luz, 1177-51 Term. A. E. Carvalho - Term. Amaral Gurgel,1178-10 São Miguel - Pça. Do Correio, 1180-10 Vila Dr. Eiras - Pça. Princ. Isabel, 172J-10 Jd. Brasil - Tatuapé e 172J-31 Uninove - Metrô Tatuapé. Para saber outros números de linhas, fornecendo origem e destino, ligue para o telefone 156 da PMSP ou pelo site da Sptrans (clique aqui).
Há estacionamento gratuito para veículos na Rua Tuiuti, ao lado do parque e próximo às suas entradas.
Infraestrutura:
Áreas de estar, pista de cooper, bicicletário, campo de futebol de areia, quadras poliesportivas, aparelhos de ginástica, playgrounds, lago, palco para apresentações, sanitários (limpos e conservados no dia da visita), ponto de leitura e canchas de bocha.
O Piqueri, também faz parte do Programa de Arborização da Prefeitura (clique aqui para maiores informações).
Fauna:
Conforme o site da PMSP, o Piqueri possui 82 espécies inventariadas, com 4 endêmicas de mata atlântica: o periquito-rico, o pica-pau-anão-de-coleira, arredio-pálido e a saíra- da-mata. Podem ser encontradas aves rapinantes como gavião-carijó, falcão-de-coleira e carrapateiro. Aves aquáticas podem ser encontradas como o socó-dorminhoco, a garça-branca-grande e pequena, biguás, irerês, martim-pescador-grande e o verde. Encontram-se espécies de pica-pau como pica-pau-de-banda-branca, pica-pau-do-campo, além do arapaçu-do-cerrado, o enferrujado, o peitica, o bentevi-rajado, o alegrinho, o anambé-branco-de-rabo-preto, o bico-chato-de-orelha- preta, a saíra-amarela e o simpático piá-cobra, que vive próximo de áreas alagadas.
Flora:
São permitidos cães, desde que estejam em guias ou focinheiras.
Não há lanchonetes no local. Ambulantes podem ser encontrados do lado de fora do parque, bem como bares e restaurantes.
Bicicletas e skates são proibidos de transitarem no parque.
História:
A antiga Chácara do Piqueri, que deu origem ao Parque, foi implantada em 1927 pelo Conde Francisco Matarazzo. Situada junto à foz do ribeirão do Tatuapé, constituía-se de uma cada sede, pomar, granja, área para criação de diversos animais como búfalos, lhamas e veados, além de uma fábrica de queijos e uma área destinada às Indústrias Matarazzo. Foram plantadas mais de 50 espécies de árvores nativas e exóticas, procurando-se observar aquelas que melhor se aclimatavam em São Paulo. Em 1954 uma parte da chácara foi vendida e, em 1971 o restante foi declarado de utilidade pública, pela municipalidade, em reação aos atos de depredação da vegetação que ocorriam no local. Em 1976, a área foi definitivamente incorporada ao patrimônio municipal. A inauguração do parque ocorreu em 16/04/1978. Na entrada do parque é possível observar o gradil do portão de entrada, datado de 1901, que foi transferido do Parque da Luz para o Piqueri antes de sua inauguração. A alameda principal do parque é adornada com a espécie de árvore Sibipuruna, contrariando o que era de praxe na época do Brasil-Colônia. O Rio Tietê beirava o limite da chácara, inclusive, dentro do parque é possível visualizar (com dificuldade) restos do ancaradouro dos barcos onde os visitantes eram recepcionados.
A antiga Chácara do Piqueri, que deu origem ao Parque, foi implantada em 1927 pelo Conde Francisco Matarazzo. Situada junto à foz do ribeirão do Tatuapé, constituía-se de uma cada sede, pomar, granja, área para criação de diversos animais como búfalos, lhamas e veados, além de uma fábrica de queijos e uma área destinada às Indústrias Matarazzo. Foram plantadas mais de 50 espécies de árvores nativas e exóticas, procurando-se observar aquelas que melhor se aclimatavam em São Paulo. Em 1954 uma parte da chácara foi vendida e, em 1971 o restante foi declarado de utilidade pública, pela municipalidade, em reação aos atos de depredação da vegetação que ocorriam no local. Em 1976, a área foi definitivamente incorporada ao patrimônio municipal. A inauguração do parque ocorreu em 16/04/1978. Na entrada do parque é possível observar o gradil do portão de entrada, datado de 1901, que foi transferido do Parque da Luz para o Piqueri antes de sua inauguração. A alameda principal do parque é adornada com a espécie de árvore Sibipuruna, contrariando o que era de praxe na época do Brasil-Colônia. O Rio Tietê beirava o limite da chácara, inclusive, dentro do parque é possível visualizar (com dificuldade) restos do ancaradouro dos barcos onde os visitantes eram recepcionados.
Acresce ressaltar, ainda, que na década de 1930, o italiano Saule Carpinelli chegou ao Brasil especialmente para administrar a Chácara do Piqueri, onde havia um grande pomar, horta, granja e áreas destinadas à criação de cavalos e búfalos. O Parque do Piqueri, a exemplo de outros Parques Municipais provenientes de áreas desapropriadas, guarda em suas características as preferências estéticas de seus antigos proprietários. A Alameda das Sibipirunas ainda ornamenta o caminho central que outrora conduzia os proprietários da Chácara e seus visitantes até o antigo palacete, que posteriormente foi demolido. A casa que serviu de residência para a família Carpinelli, onde hoje funciona a administração do Parque, ainda permanece com sua arquitetura preservada. No contexto ambiental, o Parque do Piqueri constitui-se em um dos poucos refúgios de áreas verdes do Tatuapé. O maciço arbóreo existente no Parque atua diretamente na melhoria da qualidade do ar, na diminuição do nível de ruídos e sobre a paisagem.
A programação cultural e/ou esportiva do parque pode ser vista aqui.
Informações gerais do parque podem ser obtidas pelo telefone da administração 2097-2213, que fica numa casa no estilo colonial, antiga sede da chácara que lá existia.
Vale a pena:
- Caminhar pelas pistas e trilhas existentes, curtindo as árvores e plantas ao redor;
- Utilizar os livros e revistas disponíveis no "Ponto de Leitura" (para maiores informações clique aqui);
- Observar as aves (destaque para os cisnes) e as tartarugas que ficam no lago e suas margens;
- Jogar bocha nas canchas disponíveis para os aficionados desse esporte e
- Participar da programação cultural e esportiva do parque (acesse aqui).
Veja vídeo feito no local no dia da visita (sugiro "clicar" no ícone do "YouTube" para uma melhor visualização):
As fotos a seguir, foram tiradas quando estivemos no parque:
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| Pista de caminhada e/ou corrida |
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| Pista de caminhada e/ou corrida |
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| Bicicletário |
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| Pista principal do parque |
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| Playground para crianças |
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| Sanitários |
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| Canchas de Bocha |
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| Canchas de Bocha |
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| Canchas de Bocha |
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| Área para piqueniques e churrascos |
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| Casa da Administração do parque |
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| Palco para apresentações |
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| Área com aparelhos para ginástica |
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| Área com aparelhos para ginástica |
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| Ponto de Leitura |
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| Ponto de Leitura |
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| Ponto de Leitura |
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| Local onde existia um ancoradouro de barcos |
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| Quadra poliesportiva |
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| Quadra poliesportiva |
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| Campo de Areia |
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| Jacarandá Mimoso |
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| Jacarandá Mimoso |
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| Bambuzal |
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| Tartarugas a beira do lago |
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| Lago |
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| Heliconia Sp ou Caête |
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| Cisnes no lago |
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| Lago |
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| Ave do Paraíso (Strelitzia Reginae) |
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| Casa da Administração |
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| Bebedouro |
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| Sibipiruna |
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| Inscrição no Portão da Entrada principal, que veio do Parque Jardim da Luz antes da inauguração do Piqueri |
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| Portão da Entrada principal, que veio do Parque Jardim da Luz antes da inauguração do Piqueri |
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| Entrada principal do parque |
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| Estacionamento para veículos |











































































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